Automação e Robótica
Robô doméstico se adapta às pessoas e aos lugares
Da redação
18/04/2007
Cientistas do MIT, Estados Unidos, estão desenvolvendo um robô capaz de pegar objetos comuns em uma residência. “Robôs na indústria automobilística simplesmente manipulam objetos, mas eles fazem sempre a mesma coisa, ao longo do mesmo caminho,” explica o professor Aaron Edsinger.
Robô doméstico
O objetivo do robô Domo é mais amplo. Ele deverá ser capaz de efetuar tarefas manuais comuns no dia-a-dia, como levar e trazer objetos domésticos os mais variados, lavar pratos, pegar um copo com água, buscar o controle remoto, o telefone etc.
Os cientistas não estão partindo do zero. Foi no MIT que nasceu o robô Kismet, famoso por reconhecer e expressar emoções – o que significa que ele possui um excepcional sistema de visão artificial. E foi lá também que nasceu o robô Cog, capaz de manipular objetos desconhecidos.
É justamente por aproveitar as plataformas robóticas anteriores que o trabalho da equipe do Dr. Edsinger está mais adiantado do que o dos seus colegas da Universidade de Stanford, que também estão criando um robô assistente que deverá fazer tarefas do dia-a-dia.
Um robô doméstico como o Domo é o sonho da maioria das donas de casa. Mas um robô assim, quando totalmente desenvolvido, poderá auxiliar também pessoas portadoras de deficiências, invisuais e cadeirantes.
Robô que se adapta
“Tipicamente os robôs são colocados em mundos muito restritos porque assim você pode controlar o ambiente. Se você colocar esse robô na casa de alguém, aquela abordagem não vai funcionar,” diz Edsinger. “Nós queremos que o robô se adapte ao mundo e não que o mundo se adapte ao robô.”
Ainda falta muita pesquisa e desenvolvimento até chegarmos a esse modelo ideal. Embora o Domo consiga “enxergar” qualquer coisa que seja posta em sua frente, as imagens capturadas pelas câmeras são processadas por nada menos do que 12 computadores, necessários para que o Domo consiga tomar uma decisão adequada sobre como pegar cada objeto específico.
O robô já atende a comandos de voz, e consegue procurar por alguns objetos específicos. Antes de concluir que realmente encontrou o objeto procurado, ele estende a mão e tenta tocar o objeto. Seu programa também já faz associações entre objetos. Por exemplo, ao receber um saquinho cheio de grãos de café, o robô balança-o levemente para tentar caracterizá-lo e, a seguir, coloca-o sobre a prateleira.
Engenharia de Computação
Desde a compra de matéria-prima por uma indústria até o usuário da Internet ou de um caixa automático de banco, o mundo hoje está interligado por uma rede de computadores e sistemas de comunicação que visam solucionar os problemas de pessoas e organizações e oferecer serviços bons, rápidos e baratos 24 horas por dia, 7 dias por semana. A Engenharia de Computação está presente em pontos fundamentais dessa rede.
“A flexibilidade que adquirimos é essencial em grandes companhias, nas quais você pode mudar de projeto rapidamente.”
Edson Gomes dos Santos Jr., líder de teste da Microsoft nos Estados Unidos e ex-aluno da UFSCar.
O que faz o Engenheiro de Computação?
O profissional é capacitado para:
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especificar, conceber, desenvolver, implementar, adaptar, produzir, industrializar, instalar e manter sistemas computacionais;
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fazer a integração dos recursos físicos e lógicos necessários para o atendimento de necessidades informacionais, computacionais e de automação;
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estudar a viabilidade técnica e de custos de projetos, detalhando e acompanhando as etapas mencionadas.

Fotonlinet realiza NOITE DO FAROL dia 23/6
A NOITE DO FAROL será realizada dia
23/6/2007,
sábado, no CCO CLUBE, em OUROESTE-SP,
a partir das 23:00 horas.
Os ingressos são R$ 5,00, e podem ser adquiridos na Pauliarte (em Ouroeste), com João Paulo ou com os alunos do 3º Colegial do colégio ANGLO (em Fernandópolis).
Para maiores informações, envie um email para:
fotonlinet@ciberpoint.com.br
ou ligue
(17) 92011324
Também pode acessar
www.fotonlinet.com.br/noitedofarol
Governo cria site de educação ambiental, voltado para professores
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) acaba de colocar no ar o Sistema Brasileiro de Informação sobre Educação Ambiental (Sibea), voltado especialmente a educadores.
Educação ambiental
O portal permite ao educador conhecer redes em educação ambiental, obter informações e encontrar outros profissionais da área, instituições e materiais pedagógicos.
Elaborado pela diretoria de educação ambiental do MMA e pelo Instituto Stela, o Sibea faz parte do Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente (Sinima) e tem como proposta servir como ferramenta de mobilização social para o desenvolvimento e o fortalecimento de ações de educação ambiental no Brasil.
Site público
“O Sibea é um sistema público, não governamental. É de toda a sociedade. Não tenho dúvidas de que a tecnologia a ser manejada será importante fator de promoção da educação ambiental, pela capacidade de integração de todas as pessoas preocupadas com a questão”, disse a ministra Marina Silva.
“Além do baixo custo, o sistema pode ser amplamente utilizado, promovendo amplo acesso e integração das redes”, disse Claudio Langone, secretário executivo do MMA. Segundo ele, o MMA e a sociedade também devem utilizar o Sibea para aumentar o nível de interlocução do setor de educação ambiental com o conjunto das políticas ambientais do país.
“Temos pela frente o desafio de afirmar o Sibea, mas também de pensar que ele deve ser um meio não só de fortalecer a integração de educadores ambientais, mas de fortalecer a relação destes com um conjunto mais amplo da gestão da política ambiental do Brasil”, disse Langone.